Submissa Trancada na Gaiola e Fodida com Força

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O porão era frio, úmido e cheirava a concreto e sexo.

Ela já estava esperando por mim, completamente nua, de coleira, de joelhos no centro da masmorra. Seus olhos brilhavam de excitação quando me viu entrar.

Sem dizer quase nada, eu a usei.

Primeiro enfiei meu pau fundo na garganta dela até lágrimas escorrerem pelo seu rosto. Depois eu a dobrei sobre o banco de madeira, segurei seus cabelos com força e meti na buceta dela com estocadas brutais e profundas. Ela gemia alto, agradecendo a cada socada.

Quando ela já estava tremendo e quase gozando, eu parei. Abri a pesada gaiola de metal no canto da sala, empurrei ela pra dentro e tranquei a porta. Fiquei ali, olhando enquanto ela agarrava as grades, ofegante, buceta molhada escorrendo, implorando com o olhar para ser usada de novo.

Depois de alguns minutos deixei ela sair… só para começar tudo outra vez.

Ela é minha submissa perfeita.
Obediente. Molhada. Totalmente entregue.

E a noite estava apenas começando.